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21 julho 2018

#Effect: Você precisa de uma referência de sucesso

Photo by Manny Pantoja on Unsplash
Todo mundo sabe que me inspiro muito em questões de marketing e publicidade na Anitta, criei algumas estratégias observando o que aplica em sua carreira e desenvolvi uma matéria sobre como você também pode fazer isso, e cada vez mais consigo perceber que ela está subindo e caminhando para o seu êxito, e como todo fã que dançou ao som de Show das Poderosas, fico feliz a cada lançamento totalmente estratégico que programa e converto esses pontos que podem ser aplicados na blogosfera. Foi o que fiz no caso do #DeivyTodoDia, após espalhar conteúdos que voltariam a atenção para o meu blog.

Mas, porque você precisa de uma referência de sucesso?

Normalmente, ficamos muito animados quando alguém que temos como referência faz sucesso com o seu trabalho, acaba nos animando também a realizar o nosso para alcançar tanto quanto. Antes de largar a assessoria para pegar pesado no lado comercial do meu blog, passei por um processo de amadurecimento, aprendizado e releitura de conceitos para saber qual seria o meu passo inicial, e isso é muito importante, apesar de não parecer tanto. Podemos aprender quebrando a cara, mas iniciar tudo e continuar com a cara no lugar é melhor ainda.
Enfim, desisti do blog que iniciou a minha vida na blogosfera, precisaria de algo que fosse semelhante a minha imagem e trouxesse as atenções ao meu conteúdos, sendo referido a mim, como se fosse um outro amigo conversando comigo. É como vejo vocês. E assim nasceu o Blog do Deivy, através do planejamento consciente e ter iniciado antes uma base para poder firmar o novo projeto, o novo passo, novo futuro. Mesmo sem nem pensar na Anitta tendo ligação com a blogosfera, envolvendo o Marketing de Conteúdo com a mais alta qualidade possível.

Envolve também a representatividade, encontrar uma figura semelhante a sua que possa ver como um herói, imaginar-se tendo este futuro, estando no lugar dela com o êxito que pode alcançar dentro da sua área ou a mesma. Nela, pude ver foco no trabalho, garra para conquistar o que deseja para si mesma e força de vontade para dar todos os passos necessários e encontrar o sucesso que tanto sonhou alcançar, estar em um outro patamar. Já expandi a minha lista de inspirações, inclui a Gloria Groove e o Spartakus Santiago, pessoas que conheci recentemente mas as suas lutas assemelham-se as minhas. Não chega a ser uma admiração a ponto de aplicar jogadas estratégicas, mas é um calorzinho no peito ao ver eles indo tão longe.

Talvez pelo fato da Anitta cuidar da própria carreira, acabamos tendo um aprendizado com os seus lançamentos no tempo certo, no momento certo. Simplesmente aprendemos, escutando das mais diversas músicas, com diferentes participações, se divertindo em cada segundo, mas sempre focando nos seus propósitos. 

18 julho 2018

Resenha: Isaac, do autor Alan Silva

Nome: Issac
Autor: Alan Silva
Compre: Amazon
Nota: 10
Sinopse: "[...]Meu nome é Isaac, o meu tempo está acabando, eu sinto isso. E antes de dizer Adeus eu queria que você soubesse que eu fui feliz, que eu vivi. Moro em uma cidade pequena, com um parque destruído, uma cópia do cristo redentor, uma escadaria no meio de morros, uma ponte em cima de um trilho de trens que levam a lugares ainda desconhecidos por mim. Nem sempre estou aqui, na maioria das vezes estou pensando no destino das pessoas, as vezes estou viajando, mas sem destino nenhum. Outras vezes estou sonhando, principalmente com o futuro, um futuro incerto, imprevisível, totalmente mutável. Eu queria poder não acreditar no destino, mas ele resolveu jogar comigo e dessa vez não me explicou as suas regras.[...]" Leia completa

Antes de começar a escrever o Garoto Mágico, fiz uma inscrição no formulário para ser parceiro de um livro onde apenas a sinopse me fez criar uma paixão pelo livro, sem nem conhecer a sua procedência. E foi assim que conheci Isaac, do autor Alan Silva, e mesmo procrastinando cada página para aproveitar cada parágrafo, desmistificar cada sentimento e pensar: como alguém foi capaz de criar um livro tão maravilhoso quanto? tive a honra de deixar o livro como o meu favorito da vida, e pretendo deixar por tempo indeterminado. 

Há tempos estava necessitando me ver em um personagem, encaixar-me dentro de uma história criada por uma outra pessoa que nem sabe da minha existência, creio que seja isso a representatividade, e mesmo não tendo uma figura do personagem em si, tendo tanta informação sobre o seu porte físico para assemelhar ao meu, o autor deixou essa brecha para que nos colocássemos no lugar dele nas situações e poder acionar o nosso lado humano, empático, pode não ter sido essa a sua intenção mas acertou em cheio.

Pude me ver em algumas situações aqui, outras ali, viver uma realidade onde todos os acontecimentos estavam na palma da minha mão. E isso deu um grande ênfase a história do garoto Isaac. O personagem, assim como o autor, é bissexual, um fato que não prestei atenção quando criei interesse pelo livro, e depois que descobri, me fez amar ele ainda mais e poder ter sede de saber a sua trajetória, o que tinha para contar e as experiências de vida que nós lgbtqiap+ passamos diariamente, na maioria dos espaços e dentro da sociedade, estando sempre as margens dela. Tive uma esperança maior ao ler, saber que a minha trajetória, provavelmente a sua também e a de muitos, estava sendo contada de uma maneira tão natural e sem esconder os traços que a sociedade alinha em nossas vidas. E é isso que precisamos, LGBTQs contando a história LGBT. 

"Da minha boca, deixei escapar um grito de liberdade, como se tudo que eu já tivesse vivido até aquele momento fosse apenas um grão, da vasta praia que é a vida." - Isaac


Eu teria muito que contar, talvez uns spoilers, mas o meu amor, carinho e admiração pela história está fervendo a todo momento, recomendei para diversos amigos e conhecidos próximos que senti a necessidade de degustarem a história, e o feedback foi o mesmo: uma maravilha sem fim. Posso estar puxando demais o saco do livro, poderia encaixar diversas palavras que não fariam tanto sentido para alcançar um pouco do meu amor por Isaac, mas como isso seria impossível, deixo as palavras que formam um conceito concreto falarem por mim e pelo meu coração.

Recomendo-o em todos os sentidos, as vezes senti a necessidade de me isolar do mundo com uma xícara de café e só voltar a realidade no último parágrafo, da última folha. E poder aproveitar cada conteúdo que o Alan nos ofereceu. Foi, sem dúvidas, a melhor parceria na história do Blog do Deivy até agora. Também o melhor livro já lido por mim, sem desmerecer os outro, mas nunca me vi totalmente numa história como essa.

Obrigado, Alan e Isaac!

14 julho 2018

Como criar o hábito da escrita diária e aumentar a sua produtividade

Photo by Brad Neathery on Unsplash
Sempre me vi como uma pessoa super improdutiva, achava que o que estava produzindo não seria suficiente para nutrir o blog e agradar você, ou que não seria suficiente para nada - uma autoestima totalmente baixa em relação ao que produzo e insatisfeito comigo mesmo, apesar de não ter contado sobre isso para as pessoas mais próximas, preferi procurar o problema dentro de mim mesmo e achar uma maneira que me satisfaça ao produzir e publicar, sem estar trabalhando no automático, produzindo muito sem perceber o prazer que é expressar-se em palavras. E isso não é muito bom!

A minha relação com a escrita começou logo no meu primeiro blog, isso há 8 anos atrás, e aqueles pequenos textos escritos e super valorizados por mim, me ajudaram a dar um ponta pé na minha imensa produtividade atual, que com muita concentração e prática, pode me inspirar a escrever uma média de 4.000 mil palavras em um único dia, ou em algumas horas. E conversando com alguns amigos escritores e blogueiros, notei que a produtividade não é muito comum entre eles e tampouco conseguem encontrar essa inspiração facilmente - o que vejo como um problema. Como acredito que a produção de conteúdo constante deriva-se da prática diária, decidi dar algumas dicas que podem te motivar a escrever cada vez mais e melhor.

Apesar de ser algo um pouco complicado de ser realizado, a escrita, pela quantidade de regras de formação, um pouco de prática seguindo estas dicas que pode te ajudar a ver como uma uva!

Vamos com calma!

Eu precisei desses oito anos na blogosfera para alcançar o nível de produtividade que hoje possuo, escrever para a quantidade de projetos e colaborações que faço e continuar mantendo esse ritmo diariamente é imensamente desgastante, e caso eu pare em algum momento, para procrastinar, tudo pode acabar desacelerando e indo por água abaixo. A melhor coisa que pode fazer agora é ter calma e reavaliar as suas ideias, o conteúdo que pensa em produzir e procurar mais sobre a arte de escrever com qualidade e muita quantidade. 

E mesmo que consiga, é sempre bom pesquisar mais sobre o aprimoramento. Como o blog ficou um pequeno tempo fora do ar pelo grande ataque de bots que recebemos, decidi me aventurar no Medium e publicar uma ideia que tive e necessitei colocar para fora, aproveitei para ver conteúdos de outras pessoas criativas e me deparei com muitos posts ricos em qualidade, um deles foi justamente sobre como se tornar um escritor produtivo, e com certeza será uma ótima partida para quem deseja escrever mais.

Agora vamos com algumas práticas que costumo fazer!

Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash

1) Treine sempre a leitura

Primeiro eu tinha dito para você pensar, agora escrever - espero que não fique confuso. A leitura é um hábito diário que não pode ser perdido, apesar de não publicar todas as resenhas, sempre estou com algum livro, conhecendo novos autores, novas formas de escrever e conjugar os verbos - atualmente estou lendo Isaac, um livro parceiro do blog -. E treino a escrita todos os dias no colégio, apesar de ser fora do meu propósito, as pequenas atividades, me ajudam bastante. Também utilizo o Evernote como forma de liberar os meus surtos criativos, escrevo o livro e aproveito para organizar as ideias do que posso escrever e publicar.

Não é somente escrever que te fará produtivo e criativo a todo momento, ler é uma das maiores - ou se não a maior - fonte de criatividade e conhecimento. Além de inspirar e trabalhar a sua capacidade de imaginação a cada folha, parágrafo e letra.

2) Manter a prática é difícil? 

Como tinha dito, demorei alguns anos para dar origem a minha atual produtividade, mas você pode fazer isso em algumas semanas. Caso consiga manter estável algum hábito, vá desafiando-se sempre que possível: comece numa meta diária de centenas de palavras, caso consiga manter, continue crescendo a meta cada vez mais, multiplicando cada número e tentar chagar ao máximo que puder e conseguir prolongar o assunto que escolheu desbravar. Pesquise sobre o poder do hábito e verá que ainda há muito a ser desbravado.

3) Não escolha um tema em questão

Há um tempo atrás, para ocupar a mente, eu escrevia qualquer coisa, descrevia o meu dia como se estivesse falando com um amigo, ou da maneira que viesse a minha cabeça. Poderia ser absolutamente tudo, desde descrever um filme que tinha assistido, um sentimento de ira ou conforto do momento, contar a forma que interpretou uma música ou simplesmente escrever qualquer coisa que vier no momento em frente ao papel e caneta. Até uma paixão platônica por alguém, escreva uma carta na intuição dessa pessoa e aproveite o sentimento para treinar mais, já que com objetivos a gente consegue fazer muito mais.

E até mesmo a falta de ideias, é uma ótima ideia.

4) Pesquise enquanto restar dúvidas 

Estranho, né? Mas sempre que entro em indecisão sobre um assunto, palavra ou opinião que falo aqui no blog, pesquiso em outros sites do nicho para confirmar os meus princípios e ter certeza do que estou falando/escrevendo. Ainda mais na sociedade em que estamos vivenciando, as pessoas preferem opinar utilizando a ignorância do que pesquisar antes de formular uma pergunta sobre determinados assuntos que muitas vezes está fora da sua bolha, logo, descarga uma imensa falta-de-conhecimento em cima de um debate que tinha - por finalidade - dar o dito conhecimento.

Por isso estou sempre com muitas abas abertas no navegador, cada uma reserva uma resposta para as minhas inseguranças. E isso pode ser resolvido com a tecnologia que está em nossas mãos, basta querer e desafiar os seus próprios limites. Como fiz agora, essa publicação tem 1.000 palavras!

O que você faz para ser mais produtivo?



10 julho 2018

E quando falar é um problema?

Photo by Thomas Peham on Unsplash
Na publicação sobre o que garotos podem ser, eu dei inicio a uma nova categoria dentro do blog - dei o nome de Problema Jovem - e a minha falta de comunicação com vocês pode ter feito este pequeno fato passar despercebido, e juro que não foi estratégia para está publicação que iremos falar sobre quando a falta de comunicação se torna um problema nas nossas vidas. E apesar de ser algo tão simples, falar, muitas pessoas tem dificuldades de poder soltar a voz, inclusive eu.

Escrevo há 8 anos, já desenvolvi alguns capítulos de livros que foram excluídos por livre e espontânea vontade, postei mais de 210 publicações aqui no blog e já fiz diversas campanhas publicitárias que dependiam da minha escrita para serem desenvolvidas totalmente, ou chegar à uma conclusão, propósito. E tudo que gosto de fazer, geralmente, envolve a escrita e tão pouco a fala, mesmo tendo uma ótima comunicação, expressão e formalidade na fala: não consigo desenvolver um assunto sério sem que seja interrompido por uma crise de ansiedade tremenda.

Tudo começa num suor frio nas mãos, depois as pernas começam a tremer e não tenho mais domínios da força física delas, automaticamente, estou preso naquele lugar. A respiração ofegante acompanha o coração acelerado, batendo tão forte e rápido quanto uma percussão do Olodum pelos bairros de Salvador. Assustador, né? Tentei deixar o mais leve possível essa explicação, mas a minha crise de ansiedade é tão intensa e profunda dentro de mim que, me sinto pior do que deveria, isolado, desconfortável comigo mesmo e algumas das vezes desamparado mesmo tendo em um único espaço dez pessoas ou até mais. E isso nos mata aos poucos!

É por isso que escrevo e desenvolvi uma ótima capacidade em resumir os meus sentimentos mais profundos em frases curtas, as vezes se tornam um projeto (como o Garoto Mágico, o #Effect, #DeivyTodoDia). A minha necessidade de falar e ser compreendido aumenta diariamente, a escrita me acolhe num nível que é indispensável nos meus momentos de desespero e tensão. E é exatamente o que as pessoas que têm dificuldade em falar possuem: medo em não serem compreendidas, rejeitadas ou mal interpretada - o que geralmente acontece. Um medo criado por nós mesmos, fantasiado, faz com que o nosso corpo reaja de maneira negativa perante esses momentos de tensão.

Acho que a melhor coisa que estou fazendo é: selecionar quem deverei falar sobre os meus sentimentos mais profundos, meus amores rejeitados e minhas dores não cicatrizadas. Ser mais seletivo na hora de se abrir para alguém me fez guardar das mágoas mais profundas aos prazeres mais intensos que senti. Talvez este seja o segredo da felicidade, selecionar o que há de bom em si mesmo e a sua volta.

07 julho 2018

O que garotos podem ser?

É comum (dentro do patriarcado machista em que vivemos) que garotos cis aprendam desde pequenos a serem másculos, garanhões, valentes, que tenham a 'responsabilidade' de serem melhores que os outros e provar o tempo inteiro de que é valente o suficiente para chegar numa garota, ou pegar tantas quanto o colega, ou manter um número de namoradas ao mesmo tempo - isso deduzindo que todos são heteros -, ensinamos que precisam ser brutos com todos e tudo, a exaustão é totalmente dispensável, os sentimentos então, nem se fala. Você tem que provar o tempo inteiro de que é homem de verdade!

E vamos crescendo, nos tornamos crianças birrentas, adolescentes frustrados e isolados sentimentalmente, e em breve, adultos doentes psicologicamente, violentos e frustrados a espera de um alguém que corresponda as nossas expectativas próprias, com egos inflados esperando que os outros corresponda as nossas necessidades e não nos deixe faltar nada, resultado: criamos mais um macho embuste e machista. 

Por isso temos tantos jovens se rebelando contra os princípios que ainda estão tentando nos impor, a informação chega para todos, a compreensão própria acabou aquietando estes garotos que vieram ao mundo com a natureza inabalável, o psicológico seguro e capaz de perceber o erro grave e a falha enorme que a geração passada cometeu e está cometendo ao tentar educar a minha geração, que não se subjuga muito fácil ao patriarcado e questões preconceituosas, possui princípios próprios, conseguem ser únicos, são tudo aquilo que garotos podem ser e muito mais. Uma afronta aqueles que querem os-proibir de serem livres, como a Lola falou no seu blog.

Eu fui uma dessas crianças que rejeitando e percebendo o que havia de errado nos comentários machistas que me rondavam, pude corrigir nas minhas ações e poder construir uma boa autoestima, uma delicadeza que inspirou o meu novo projeto - que em breve irei compartilhar -, e me fez ser mais empático, me colocar no lugar dos outros e poder ser reciproco com as pessoas que mesmo não correspondendo as minhas expectativas, aquietando as minhas necessidades e me fazendo andar com as minhas pernas, são suficientes para mim sendo elas mesmas. Não precisamos cobrar ninguém por boas ações, tão pouco deixar nos atacar por sermos nós mesmos, mas não cobrar de você mesmo será uma ótima opção. Garoto, pode ser você, está tudo bem!